Usamos os App que estão disponíveis nos repositórios dos sistemas operacionais dos smartphones para várias coisas no nosso cotidiano e agora os professores de Ciências e Biologia da Educação Básica poderão usar também para mostrar aos alunos várias espécies de artrópodes.
Segundo o blog “Eu Não Entendo Biologia”, o AR3D é um Aplicativo (App) de Realidade Aumentada foi desenvolvido por Fabiano Reis, sob a orientação do Professor Jackson Pinheiro. Foi produzido como um dos requisitos de aprovação para obtenção do grau de mestre em ensino de Biologia (PROFBIO/UFPA) com apoio da CAPES. O App foi estruturado para dispositivos móveis (Celulares, Smartphone e tablet) com sistema operacional Android e traz uma nova forma de observar os Artrópodes no ambiente escolar. O AR3D combina elementos virtuais em 3D de animais com o ambiente real, possibilitando uma interatividade do usuário com as imagens projetadas na tela do dispositivo.
O App virou matéria da revista Ciência Hoje que descreveu as possibilidades de aplicação da Realidade Aumentada (RA): Dentre as muitas possibilidades de aplicações, experimentamos a RA com o filo dos artrópodes, grupo de grande diversidade e que representa em torno de 89% de toda a fauna conhecida do mundo. Foi possível perceber que essa tecnologia pode ser um auxílio pedagógico nas abordagens tanto de taxonomia e morfologia do grupo em si, quanto para apreensão de conceitos mais abrangentes da biologia, como a evolução e as relações filogenéticas entre as diferentes espécies. O AR3D Arthropoda é um app gratuito, estruturado para dispositivos móveis com sistema operacional Android e capaz de combinar elementos virtuais em 3D de 60 espécies de Artrópodes com o ambiente real, por meio de cards, usados como marcadores de RA.
Para acessar a matéria da Ciência Hoje ou o blog Eu Não Entendo Biologia, é só clicar nos títulos sinalizados no texto com cor diferente. Para acessar o guia com as instruções de instalação e como usar o App, é só clicar aqui.
O planetário do Rio de Janeiro disponibilizou em seu site a visita virtual aos seus diversos espaços. São vários vídeos curtinhos que abordam vários assuntos relacionados com a astronomia, a corrida espacial e alguns experimentos interessantes para conhecer um pouco mais sobre o movimento dos astros. Vale a pena utilizar os vídeos como complemento ou ilustração do conteúdo e o material pode ser um ótimo apoio para as aulas remotas. Para acessar as opções de visita virtual, é só clicar neste link!
Acreditar que a pesquisa pode ser construída em espaços de afetos que constroem a tessitura do trabalho acadêmico, é algo que existe no pensamento e na prática de muitos pesquisadores. As pesquisas nas áreas de Ensino e Educação sempre se deparam com elementos do afeto tangenciando os seus objetos, resultados e análises, mas a questão é como trazer esse afeto para o texto? Para tentar responder essa e outras questões, o pesquisador Moriceau lançou o seu primeiro livro no Brasil. O livro está disponível da download clicando neste link. A seguir, a resenha sobre o livro disponível no site da Editora:
“Como construir uma forma de abordagem que possa captar e descrever a experiência estética e ética dos sujeitos nas interações por eles tecidas, e que também possa pensá-la e comunicá-la? Essa pergunta guia este primeiro livro do pesquisador francês Jean-Luc Moriceau em português e que resulta de um curso ministrado por ele, no PPGCOM/UFMG, em 2017. A partir dessa questão propulsora, Moriceau investiga novas possibilidades epistemológicas e novas práticas metodológicas, nos quais a pesquisadora ou o pesquisador se deixa guiar pelos afetos, se permite mover pela situação como ponto de partida da reflexividade. Não se trata de extrair uma representação mais rica dos acontecimentos experienciados, mas de aceitar mergulhar no concreto, no vivido, na porção parcial, local, específica, relacional e estética da experiência. Nessa perspectiva, uma abordagem afetiva considera o corpo, as impressões, sensações, efeitos de prazer e de incômodo, estranhamento e familiaridade, os espaços e relações de poder que envolvem a emergência da experiência, as capacidades de expressão que ela nos fornece e os movimentos aos quais ela dá origem”.
Para quem tem interesse em pesquisa no campo da Educação Financeira, o Grupo de Estudos em Desenvolvimento e Aprendizagem da Matemática na Educação Básica – GREDAM tem publicado vários artigos sobre o tema. Todos os textos abordam a Educação Financeira na Educação Básica. Para ter acesso aos artigos, é só clicar no título:
Pensando em como propor alternativas para as famílias com crianças em casa durante o período de isolamento social, professores e estudantes do Centro de Educação da UFPE reuniram para organizar propostas brincantes que estão disponíveis no material Catalogando Ideias. São seis volumes abordando temáticas diferentes. No Volume 1, as sugestões estão organizadas em três eixos norteadores: as brincadeiras e o corpo, as brincadeiras e as emoções e as brincadeiras e o mundo. Nos outros volumes foram abordados temas como experiências brincantes, brincadeiras populares, espaços físicos das casas, folclore, meditação e literatura. Conheça as autoras e a proposta no vídeo ao lado. Para acessar os materiais, é só clicar no título de cada um:
Diante de tantos cenários e ambientes digitais que abordam mitologias gregas, nórdicas, egípcias e várias outras na cultura pop, o sertão brasileiro não poderia estar de fora dessa zona criativa de muita representatividade. Pensando na potência e aspectos socioculturais do Sertão brasileiro, indicamos aqui três Jogos que abordam esse cenário como uma expressão de cidadania e reconhecimento das próprias raízes, com potencial para serem utilizados como recurso didático.
Permeando áreas como geografia, história, estudos socioculturais e filosofia, além do desenvolvimento de habilidades e competências multidisciplinares, temos capacidades educativas da representação do Sertão que vem reforçando a máxima de Euclides da Cunha: O sertanejo é, antes de tudo, um forte!
Árida: O Despertar do Sertão: Que retrata as peculiaridades do Sertão baiano do século XIX através de Cícera, a protagonista negra que mora com o avô e luta com as adversidades da seca. A vida das personagens muda completamente pelo contexto de Antônio Conselheiro e a Guerra de Canudos.
Cangaço, da Sertão Games: Uma mistura de jogo de estratégia tática e jogo de interpretação de papéis onde somos convidados a vivenciar a epopeia do cangaço nordestino pela ótica do sertão de Teresina.
Mares do Sertão: Um jogo de interpretação de papéis (RPG) analógico onde podemos controlar as protagonistas Valentia (a pistoleira), Esperança (a aprumada), Piedade (a peregrina) e Tradição (a campesina) em campanhas realizadas em cordel e ditadas por Repentista, conhecendo o coração do sertão brasileiro e acompanhando sua transformação em mar.
Sejam todos bem-vindos e bem-vindas à Sala dos Games Educativos! Nossa proposta é compartilhar games educativos online que possam ser utilizados em computador, notebook ou em smartphone sem precisar baixar e que sejam gratuitos. Inicialmente iremos compartilhar links de games direcionados aos anos iniciais. Gostaríamos também de conhecer os games utilizados por vocês em suas aulas. Vamos juntos dinamizar as nossas aulas aqui na Sala dos Games Educativos!
Durante esse período de pandemia da Covid-19 várias atividades escolares passaram por rápidas adaptações. As atividades impressas foram cada vez mais substituídas por atividades digitais nas aulas “remotas emergenciais”, no Brasil e no mundo. A inserção das TDIC para ampliar as possibilidades de interações e realizações de atividades virtuais, diversificando a metodologia no ensino e na aprendizagem durante as aulas remotas, trouxe diversos benefícios nas práticas educativas online.
Essa situação emergencial mostrou o quanto os docentes precisam desenvolver habilidades de usos com os dispositivos digitais, na internet e adaptar suas metodologias para fins educativos. Mesmo sabendo da desigualdade social e a carência de acesso às aulas online, os docentes não poderiam deixar de utilizar as tecnologias digitais disponíveis e metodologias adequadas para suas aulas remotas emergenciais buscando soluções e melhorias no processo de ensino e aprendizagem durante esse período de pandemia. Um fenômeno interessante, foi o aumento considerável de pesquisas e compartilhamentos de materiais digitais entre os professores e estudantes nos grupos de WhatsApp como atividades interativas, games, aplicativos, vídeos, entre outros.
Para colaborar com os compartilhamentos de games e atividades digitais utilizadas e vivenciadas por docentes dos anos iniciais, criamos uma lista com links de jogos para compartilhar aqui com vocês e juntos conhecer as ferramentas digitais disponíveis para as práticas educativas.
“Não é a tecnologia que vai resolver ou solucionar o problema educacional no Brasil. Poderá colaborar, no entanto, se for usada adequadamente, para o desenvolvimento educacional de nossos estudantes” (MASSETO, 2013).
Alguns links de jogos que poderão ser utilizados em suas aulas:
A Plataforma AVAMEC é um ambiente virtual colaborativo de aprendizagem que permite a concepção, administração e desenvolvimento de diversos tipos de ações formativas, como cursos a distância, complemento a cursos presenciais, projetos de pesquisa, projetos colaborativos e diversas outras formas de apoio educacional à distância ao processo ensino-aprendizagem.
Dentre tantas mídias como filmes, séries e quadrinhos, a Primeira Guerra Mundial se destaca também como temática de games. Embora em grande maioria tenhamos jogos de guerra, Valiant Hearts, lançado em 2014 para celebrar o centenário desse evento, quebra essa ideia para se tornar um game SOBRE a guerra, retratando em sua narrativa o cotidiano de pessoas simples que são tragadas para a realidade do conflito e tem suas vidas mudadas da noite para o dia. Na sua história acompanhamos o entrelaçar de caminhos da enfermeira belga Anna, o fazendeiro francês Emile, o jovem alemão Karl, o soldado norte-americano voluntário Freddie e o cão dobermann Walt.
Valiant Hearts foi baseado em cartas que foram e também que nunca foram enviadas, e desenvolvido em uma parceria entre o estúdio Ubisoft Montpellier, o projeto do governo francês Mission Centenaire 14-18, que engloba um conjunto de iniciativas de preservação, patrimônio e memória sobre a Guerra, e a missão Apocalypse: World War I, formada por historiadores e documentaristas.
Trata-se de uma interessante iniciativa para revisitar a História e promover aprendizado, sendo possível jogar em múltiplas plataformas como Android, iOS, Windows, PlayStation 3 e 4, XBox 360 e One e Nintendo Switch.
Valiant Hearts já foi análise de diversas produções científicas multidisciplinares, em especial envolvendo também a Educação e propostas didáticas, que podem ser conferidas nos seguintes links abaixo: